8 de Novembro de 2021

Leilão beneficente, cada obra terá um percentual das vendas destinada a IAB SP - Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento São Paulo
Leilão de arte somente online e via telefone. Clique aqui para se cadastrar e participar online.

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Leilão Online
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Lote 1

Gustavo Torrezan

Florestidade 333 x 25 cmfolha coletada na floresta amazônica e recorteassinado2020Caminhar na mata diariamente na floresta amazônica me fez olhar para as formigas e como elas trabalham produzindo recortes que são fonte de cultivo e renovação na selva por meio de micro cortes que auxiliam na circulação de energia. Um trabalho simbiótico de fazer viver, de multiplicar. Para mim estar na mata caminhando foi um tempo de estar com elas e, talvez, trabalhando junto, fazer desenhos no espaço e nas folhas. Estar na terra de outro modo para ser a terra... eis o desafio que somos convidados à exercitar por meio de práticas de diferentes tipos de tecnologias (digitais, analógicas, ancestrais, xamânicas, rezas, espiritualidade, e tantas outras aqui não é possível enumerar) para desaprender esse modo moderno (destrutivo) de ser e, então, quem sabe, produzir outros modos de vida que consigam valorar a pequenez e a potência que é não ter a centralidade em nada, mas que colabora, em simbiose, com a produção de energia pra floresta e a se multiplicar."
Lote 2

Gustavo Torrezan

Florestidade 433 x 25 cmfolha coletada na floresta amazônica e recorteassinado2020Caminhar na mata diariamente na floresta amazônica me fez olhar para as formigas e como elas trabalham produzindo recortes que são fonte de cultivo e renovação na selva por meio de micro cortes que auxiliam na circulação de energia. Um trabalho simbiótico de fazer viver, de multiplicar. Para mim estar na mata caminhando foi um tempo de estar com elas e, talvez, trabalhando junto, fazer desenhos no espaço e nas folhas. Estar na terra de outro modo para ser a terra... eis o desafio que somos convidados à exercitar por meio de práticas de diferentes tipos de tecnologias (digitais, analógicas, ancestrais, xamânicas, rezas, espiritualidade, e tantas outras aqui não é possível enumerar) para desaprender esse modo moderno (destrutivo) de ser e, então, quem sabe, produzir outros modos de vida que consigam valorar a pequenez e a potência que é não ter a centralidade em nada, mas que colabora, em simbiose, com a produção de energia pra floresta e a se multiplicar.
Lote 3

Alice Ricci

Chapada Diamantina30 x 45 cmguache e caneta permanente sobre papelassinado2021Obra inédita. Desenho realizado durante a participação da artista na residência no Mirante Xique-Xique, em Igatu, Chapada Diamantina, Bahia, em março de 2021.
Lote 4

Gretta Sarfaty

Trabalhos do corpo II33 x 48 cmimpressão jato de tinta sobre papel de algodãoassinatura inf. dir.1976 / 2003Exemplar nº 4/5.
Na série "Trabalhos do corpo", Sarfaty explora as formas de seu próprio corpo, revelando-o revirado e em posições obtusas. Aqui, a representação do corpo é tomada como um lugar de transformação e passagem, refletindo sobre diferentes narrativas do sujeito coletivo mulher nas artes.
Lote 5

Gretta Sarfaty

Diário de uma mulher II48 x 33 cmimpressão jato de tinta sobre papel de algodãoassinatura inf. dir.1977 / 2009Exemplar nº 2/5.
"Diário de uma mulher" compreende uma investigação corpórea da artista. Assim como em outras de suas séries, o corpo feminino é apresentando distorcido e sem rosto.
Lote 6

Kátia Fiera

Sea, Sex and Sun110 x 155 cmacrílica, nanquim e caneta automotiva sobre telaassinado2016A obra "Sea, Sex and Sun" foi realizada durante uma residência artística na Cité Internationale des Arts, em Paris entre os anos de 2015 e 2016. Ela retrata um casal tomando sol de conchinha na "Plage" Parisiense. A obra participou da exposição "Viagem Pitoresca ao Boulevard Cor de Café" que aconteceu no MAB-FAAP (São Paulo, 2016) e da individual da artista na OMA Galeria (Santo André, 2017).
Lote 7

Natali Tubenchlak

Dá-se assim desde menina, hormônica25 x 17 cm cadagravura em água forteassinado2019Útero, esse mistério biológico, órgão cavernoso que determina o ritmo e controla o funcionamento do corpo. Tratado socialmente como um agente de descontrole, no jargão machista, desqualificando naturalmente a mulher com os estigmas da loucura e da histeria. Dá-se assim desde menina toma partido de um antigo jogo de papel com desenhos de meninas sem roupas que se podia vestir. Natali desloca a lacuna existente nesse jogo, dando a seu trabalho um explícito teor feminista. Suas bonecas estão vestidas mas não possuem cabeça. Aqui o jogo sugerido torna-se expressar infinitas possibilidades de ser mulher. Hormônica faz parte desse diálogo.
Lote 8

Paulo Von Poser

Vista do Terraço do IAB150 x 150 cmgrafite, nanquim lápis de cor sobre papel fabriano 300gmassinado2017Desenho feito no próprio local, na esquina das ruas General Jardim X Bento Freitas.
Lote 9

Paulo Von Poser

Patriarca27 x 40 cmgravura em metal água-tintaassinado2011Gravura realizada sobre matriz placa de cobre diretamente na Praça do Patriarca ano 2011.
Lote 10

Brisa Noronha

Istmos20 x 120 x 4 cmescultura em porcelana2021Um istmo é uma porção de terra estreita cercada por água em dois lados e que conecta duas grandes extensões de terra. A palavra é de origem grega, sendo que ishtmos (em grego) significa pescoço (em português). Cada "istmo" que compõe a obra foi feito a partir das aparas de bordas de outros trabalhos, e conectadas pelas pontas num gesto circular. O título da obra faz referência tanto às relações espaciais estabelecidas entre as partes e o entorno, quanto à forma do corpo, especificamente a do pescoço, neste caso.
Lote 11

Élle De Bernardini

Friso Contrassexual #420 x 80 x 3 cmfolha de ouro e acrílica sobre telaassinatura no verso2021Na série de frisos contrassexuais que venho desenvolvendo desde 2018 procuro pensar a história da humanidade a partir de um outro paradigma proposto pelo filósofo transexual, Paul Preciado. Um novo modelo de sociedade pelo qual poderíamos sair do modelo heteronormativo que estamos, e adentrar-mo-nos numa outra forma de sociedade chamada de contrassexual, onde não existem as diferenças de gênero binárias, homem ou mulher. Todas as pessoas são compreendidas como "corpos falantes dotados de potencialidades". Nos frisos eu codifiquei cinco zonas erógenas do corpo humano, responsáveis por demarcar os gêneros nos corpos, são elas: pênis, vagina, ânus, escrito e seios. E repetindo, combinando e justapondo essas formas eu proponho que pensemos essa nova sociedade onde os corpos não são mais vistos como tendo só vagina ou só pênis, ou que seios são elementos só do corpo feminino, por exemplo. O friso é uma forma de arte amplamente utilizada na antiguidade clássica por povos gregos e romanos sobretudo para escreverem suas histórias de batalhas e conquistas. Em meu trabalho eles cumprem um papel histórico também, de serem o suporte das ideias revolucionárias sobre o destino da humanidade não mais binária, patriarcal, só branca e heterocentrada. Mas plural, diversa, justaposta, confusa, diferente. Onde rosa e azul assumem outro significado. Onde a pele e o silicone andam juntos. E o ouro ilumina esse vislumbre de uma nova sociedade e de uma nova compreensão sobre sexualidade e corpo humano.
Lote 12

Dora Smék

Arma20 x 55 x 20 cmferro fundido e bronze patinado2019Na obra de Smék, o corpo não aparece inteiro, mas fragmentado. Em "Arma", uma mão moldada a partir do corpo da artista deixa-se entrever numa das extremidades de um tubo retorcido. Dependendo do ângulo do observador, a posição dos dedos sugere tanto o símbolo de uma arma quanto a introdução dos dedos em práticas sexuais. O tubo, por sua vez, é fundido em ferro - material geralmente usado nas algemas e nas grades das cadeias. Não por acaso, a expressão em português "estar a ferros" significa "estar preso", que é um modo mais violento de dizer "estar contido".
Lote 13

Gabriela Mureb

Coluna31 x 10 x 10 cmengrenagens e rolamentos de ferroassinado2021"Coluna" inaugura uma nova série de esculturas da artista Gabriela Mureb. Nesta série, a artista constrói colunas modulares, feitas a partir de antigas engrenagens e rolamentos, adquiridas em ferros-velhos do Rio de Janeiro. As colunas dessa série são produzidas a partir de um mesmo procedimento, o empilhamento. Assim, cada engrenagem ou rolamento torna-se um módulo construtivo de uma coluna. Com o encaixe das peças, parte dessas colunas se torna móvel, podendo ser girada manualmente. Cada peça carrega consigo os vestígios de seu uso e história, camadas de arranhões, graxa e ferrugem que são parte constitutiva do trabalho.
Lote 14

Lourival Cuquinha

Infinite edition2 x 30 x 8 cmmoedas de 5 centavos de francos suíços e aço2012Exemplar 2/3 + P.A.
O trabalho de Lourival Cuquinha reflete sobre o exercício da liberdade, seja a do indivíduo perante a sociedade, seja a da arte frente às instituições. Atuando no campo político a partir de narrativas subjetivas, sua obra é marcada pela interatividade com o público e o meio urbano. Cédulas de dinheiro, bandeiras, contratos e recibos são elementos recorrentes em muitos dos seus trabalhos, refletindo a estratégia de apropriar-se do sistema apenas para subvertê-lo e, ao mesmo tempo, imbuindo o aparato burocrático de infinitas possibilidades poéticas. Esta obra participou da Bienal de Bern, na Suíça, em 2012.
Lote 15

Alvaro Seixas

Sem título30 x 20 cmóleo e acrílica sobre linho2021Os trabalhos mais recentes de Alvaro Seixas exploram a figuração e o texto no desenho e na pintura e as interseções entre essas duas mídias, muitas vezes se apropriando de imagens e narrativas da cultura pop. Esses trabalhos, carregados de um humor ácido, tecem uma crítica e fazem uma provocação ao sistema de arte e a cultura de massa e seus mecanismos de poder e status. O artista também desenvolveu, ao longo de sua carreira, trabalhos instalativos que exploram a abstração de maneira eclética na pintura, com ênfase em sua materialidade, mas consciente de como essa linguagem se relaciona com o panorama artístico-cultural atual.
Lote 16

Ana Júlia Vilela

Petersons40 x 30 cmóleo e lápis sobre tela2020Transitando entre o gráfico e o pictórico, o trabalho de Ana Júlia Vilela reelabora a linguagem instantânea das redes sociais em uma iconografia própria, repleta de formas fluidas e narrativas não lineares que intercalam humor, cultura pop e auto ficção.
Lote 17

Daniel Lannes

Berlin30 x 40 cmóleo sobre linho2021
Lote 18

David Almeida

Rio de Burrachudo20 x 25 x 2 cmóleo sobre madeira preparada com bolo armênioassinado2021A pesquisa de David Almeida se desenvolve por meio de múltiplas linguagens como desenho, objeto, fotografia, instalações, performance e, sobretudo, a pintura. Sua produção tem como eixo principal as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, do ateliê, da cidade e da paisagem natural. No espaço pictórico, investiga os limites entre presença e ausência, através de elementos da pintura e de sua semântica narrativa. Engendrando os conceitos de clausura, fantasmagoria e rigidez social no contexto da arquitetura de grandes centros, seu estudo atravessa paisagens marginais. Em seu trabalho, lugares e sensações dialogam com seu método e procedimento de representar, em que a densidade de uma noite pintada está intimamente relacionada com o processo oblíquo de construí-la na imagem.
Lote 19

Fábio Menino

Autoconstrução157 x 147 cmtinta acrílica, óleo e transfer de jornal sobre telaassinado2018Fábio Menino desenvolve um trabalho atualmente com a linguagem da pintura, pensando questões relacionadas ao cotidiano, ao consumo, à questões econômicas e suas relações sociais, e como tais questões podem se relacionar com a própria pintura. Tem um interesse na forma, nas cores, no tipo de material, nos significados e pela carga simbólica que objetos à nossa volta podem carregar, interesses que acabam servindo de motivos para as pinturas. Esta obra participou da exposição "Casa Carioca", Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2020.
Lote 20

Mano Penalva

Sem Título - Série Tramas40 x 50 cmalgodão, faixas de poliéster e tachas2019Na série "Tramas", que também partem do estudo de padrões presentes em Brasões e Tartans de família, Mano amplia as possibilidades do sentimento de pertencimento e propõe novos agrupamentos estéticos a partir de materiais ordinários e do cotidiano como faixas de nylon e cintos de segurança.
Lote 21

Bruno Baptistelli

Sem título (Série Afirmações da Perda)40 x 60 cmacrílica sobre telaassinado2012Em 2012 iniciei a série de trabalhos ‘Afirmações da Perda‘ por alguns motivos: o processo de gentrificação do bairro em que morava, o Ipiranga, com a demolição de inúmeras casas; a influência da luminosidade e consequente ‘virtualidade‘ das pinturas de Paulo Pasta, artista que fui assistente durante 4 anos e meio; a morte de meu pai. Na série represento fachadas de casas em branco sobre branco, onde em alguns momentos a fachada é figura e em outros é fundo.
Lote 22

Daniel Lannes

Rupestre90 cm diâm.óleo sobre linhoassinado2021
Lote 23

Desali

Rua das Chácaras28 x 27 x 2 cmacrílica sobre madeiraassinado2021
Lote 24

Thalita Hamaoui

Céu de chumbo e flores70 x 90 cmóleo e bastão oleoso sobre telaassinado2021Céu de chumbo e flores foi produzida em 2021 em São Paulo. Produção recente da artista no Brasil depois de 2 anos em Lisboa.
Lote 25

Marcelo Cipis

Marshmellow90 x 73 cmóleo sobre linhoassinado2021
Lote 26

Paulo Monteiro

Sem título12 x 17 cmguache sobre papel1991Paulo Monteiro nasceu em 1961 em São Paulo. Na década de 1980 participou do grupo Casa 7. Participou de duas Bienais de São Paulo em 1985 e 1994 e da Bienal Brasil 500 anos em 2000. Em 2009, a Pinacoteca do Estado de São Paulo realizou uma mostra antológica sobre sua obra e em 2015 teve um livro lançado pela editora Cobogó com textos de Kiki Mazuchelli e Tiago Mesquita. Vem participando de diversas mostras no Brasil e no exterior. Esta obra foi publicada pela Folha de São Paulo em uma edição de domingo.
Lote 27

Renata Pelegrini

Sem título, série Olísipo II100 x 70 x 3 cmacrílica sobre telaassinado2019
Lote 28

Rodrigo Martins

Mão e pedras50 x 60 cmóleo sobre tela2017As paisagens de Rodrigo Martins recorrem à intimidade, seja ela a do interior da casa, do ateliê, do corpo humano ou da natureza. Suas pinturas são criadas a partir de uma colagem de diversos elementos secundários e fragmentos que simulam pistas e estimulam a dúvida. Não é possível ter certeza sobre a origem das composições, se são frutos da produção intencional do artista ou resultado espontâneo da vida que acontece sob seu olhar.
Lote 29

Thiago Martins De Melo

Muiraquitã24 x 18 cmóleo sobre telaassinado2019
Lote 30

Tiago Mestre

Vaso, folha e cortina30 x 35 x 3 cmóleo sobre telaassinado2021Vaso, folha e cortina" explora a tensão entre forma e fundo, tematizando a pintura como sistema de representação. O trabalho tem uma execução sumária, executada em uma única sessão, e remete para uma gramática formal própria, de pincelada solta e diluída. A pintura cria situações de ambiguidade, transmutação e alternância de estatuto entre os três elementos: o vaso a folha e a cortina. "Vaso" e "cortina" funcionam como duplos semânticos de "corpo" e "paisagem".
Lote 31

Yasmin Guimaraes

Sem título24 x 30 cmóleo sobre linhoassinado2020Pintura abstrata compondo uma ideia de paisagem. Gestos que sinalizam nuvens e relevos com a parte do linho aparente unindo a ideia de composição do espaço. Esta obra participou da exposição "Esperanças", Museu de Arte Sacra, São Paulo, 2021.
Lote 32

Artur Lescher

Agá50 x 15 x 15 cmaço inoxidável2021Exemplar 1/3 P.A de 15.
Lote 33

Dan Coopey

Untitled (Tubal)56 x 12 x 35 cmrattan, ferro, goma de mascar, carvalho2015
Lote 34

Erika Malzoni

mensageira260 x 57 x 17 cmgravatas costuradas2019Gravata é um símbolo masculino de poder em decadência. Costura é uma técnica normalmente relacionada ao fazer feminino. É da tensão sutil entre a dualidade de diversos símbolos, valores e padrões pré-estabelecidos que estão constantemente sendo revistos e ressignificados por uma sociedade em movimento, que se formam esses corpos com contornos soltos e orgânicos, com mais liberdade e múltiplas possibilidades de ser.
Lote 35

Gabriella Garcia

#30 x 32 x 5 cmescultura em ferro, gesso e estopaA obra "#" faz parte da série Pilastros que nasce a partir de formas geométricas feitas em suportes de construções civis. Através da gestualidade do gesso na estrutura, um corpo disforme vai se formando, derrubando uma idéia estrutural rígida.
Lote 36

Lucas Simões

Chapado n.452 x 32 x 7 cmpapel carbono e aço2020A exploração da matéria como forma de expressão na obra de Lucas Simões não é, como a primeira vista pode parecer, um fetiche pela materialidade, mas ao contrário, uma pesquisa que pretende preencher de significado o suporte do objeto artístico. Sua formação como arquiteto, onde técnica e poética estão profundamente entrelaçadas, dá uma das possíveis chaves de entendimento de sua produção. Pintura, cartografia, livros, fotografia, concreto, aço, papel... já foram objetos de sua investigação. Através de uma experimentação cotidiana com a matéria e o saber-fazer, o artista encontra os meios necessários de expressão, como nas esculturas e instalações mais recentes em concreto, que refletem sua pesquisa sobre arquitetura brutalista e o fracasso do seu sentido utópico.
Lote 37

Pontogor

Meme95 x 23 x 16 cmbengala sobre o livro Doutor Fausto, de Thomas Mannassinado2020Uma bengala equilibrada sobre o Doutor Fausto, de Thomas Mann.
É um livro sobre o mito Fáustico, sobre um pacto com o diabo, mas também é um livro sobre arte e sobre um lugar oprimido pelo fascismo.
Esse pacto (específico) com o diabo tem um monte de pontos de interesse para mim, mas de forma muito simplificada: a crise da arte, a decadência do processo criativo e a privação do amor.
A bengala sobre o livro explicita a ideia de muleta teórica. O fatídico gesto de se apoiar em referências brutas.
Lote 38

Rodrigo Sassi

Sem título18 x 36 x 7 cmescultura em bronze2021Exemplar 2/5 + 2 P.A.
A obra de Rodrigo Sassi tem seu ponto de partida na relação com a arquitetura urbana e os processos da construção civil, ressignificando os fragmentos, rejeitos e ruínas que coleta em suas caminhadas pela cidade. Testando os limites plásticos de materiais como concreto, madeira, ferro e pedras, seus trabalhos tridimensionais exprimem o fluxo caótico das grandes metrópoles em sua essência viva e suscetível a transformações constantes.
Lote 39

Raphael Escobar

Eles fingem que pagam, eu finjo que trabalho20 x 100 x 8 cmpainel de led e frase adaptada de vampeta2021
Lote 40

Simone Cupello

Sem título (Ceninha)6 x 19 x 17 cmfotografias esculpidas2017 - 2021Dentro de uma proposta que investiga imagem, matéria e comportamento humano com imagens, as "pedras" de fotografias são consequência de doações em que o doador, mais do que se livrar das fotos, deseja ressignificá-las. Como um pequeno santuário, o acervo é mantido unido na obra que, geralmente, aborda acontecimentos narrados ou percebidos no material. As "ceninhas" são inspiradas nos encontros casuais ou únicos, "imortalizados" pela fotografia.
Lote 41

Sol Casal

Luas97 x 61 x 72 cmunhas das mãos da artista, almofadas de cetim, vitrine2018Unhas - Corpo - Tempo - Crescimento - Ciclos. No trabalho, unhas das mãos da artista são costuradas em almofadas de cetim azul escuro e dispostas de forma que remetam ao calendário lunar. A obra participou da individual da artista "Céus Cruzados", curadoria de Carollina Lauriano e Thais Rivitti, Ateliê 397, São Paulo, 2019.
Lote 42

Alexandre Brandão

0 (Zero)66 x 45 x 2 cmtecido impregnado de suco de limão aquecido com ferro de passar, madeira e parafusos2021
Lote 43

Bruna Kury

Póspornopirata 128 x 37 cmimpressão jato de tinta sobre papel2018"(...) Nesse sentido, a produção pornoerótica e anarcatransfeminista de Bruna Kury, com vídeos caseiros e improvisados de uma pornografia divergente à da indústria, seja pelas performances, corpos e narrativas, seja pelos modos de distribuição alternativa, procura justamente subverter a condição de objetificação desses indivíduos. Vinculada a uma prática investigativa sobre os dispositivos de normatização do erótico e das subjetivações, a artista toca na dimensão de desvalorização dos afetos e nas estratificações da libido, defendendo que é no âmbito do gozo anarquista que há possibilidade de vida, ainda que precária."
- Talita Trizoli
A obra participou da coletiva "A margem é mais larga que o vão", Central Galeria, São Paulo, 2021."
Lote 44

Bruno Cançado

0 (0)35 x 25 cm (cada)impressão jato de tinta sobre papel2012Exemplar 1/3 + 2 P.A.
A série de imagens são a construção do zero.
O zero é um desenho sobre a parede, a alguns centímetros do chão.
Utilizo 10 bastões de carvão. O zero ganha forma a cada bastão.
À medida que vou riscando o carvão sobre a parede, os bastões se desfazem e o pó de carvão se acumula no chão e rodapé, produzindo um relevo-memória-matéria da ação.
Lote 45

Adriana Moreno

Saia101 x 103 cmimpressão em monotipia sobre papelassinatura no verso2021Sua pesquisa circunscreve o universo do desenho e das artes gráficas. Seus processos são dirigidos pela contingência das matérias, de maneira que esse aparente controle ou planejamento proposto acaba frustrado pelo próprio material. Os trabalhos procuram refletir sobre a relação entre corpo e linguagem através do desenho, da imagem e da convenção simbólica da linguagem. Neste caso, a monotipia feita com uma quantidade grande de tinta e o acréscimo de solventes transferida para o papel através da prensa. O trabalho "Saia" integra uma pesquisa dos acontecimentos que pairam sob a fina película depositada na superfície da chapa de alumínio.
Lote 46

Chico Togni & Kadija De Paula

PQP-SP120 x 120 cm aprox.acrílico sobre embalagens coletadas, adesivo e colaassinado2019PQP SP faz parte de uma série de quinze cartazes/colagens feitos de papel, adesivo e embalagens de produtos que Chico Togni & Kadija de Paula consumiram durante seu projeto de pesquisa itinerante HOW TO LIVE WITH LESS (Como Viver com Menos). Entre 2017 e 2020, a dupla morou e trabalhou em Viena, Nova Iorque, São Paulo, Zurique, Varsóvia, Rio de Janeiro, Paris, e inúmeras outras cidades onde coletaram seu lixo pessoal e transformaram estes resíduos em ?retratos de uma época de suas vidas‘. PQP SP conta um pedaço paulistano dessa história.
Lote 47

Fabiana Preti

Sem título, 1250 x 50 x 2 cmóleo e lápis sobre algodão2021
Lote 48

Fernando Velazquez

Da série Mindscapes, #213150 x 100 cmimagem algorítmica em metacrilato, edição de 3 + 2 PA2021Acompanha certificado. A série Mindscapes (2011-on going) é composta por obras em que se exploram algoritmos computacionais generativos (emergentes) para refletir sobre os processos cerebrais.
Lote 49

Gustavo Rezende

Santa Rita, São João Batista e o Cachorro Peregrino80 x 122 cmserigrafia sobre papelassinado2015Exemplar 10/12.
Lote 50

Helô Sanvoy

Espaço Sem Nome VII40 x 100nanquim sobre papel vegetal, recorte em jornal sobre papel hahnemuhleassinado2018O trabalho parte de duas pesquisas. A primeira, com jornais, consiste em retirar todos os textos por meio de recortes, deixando apenas os grid‘s de diagramação das páginas. A outra consiste em realizar marcações de leituras dos textos. Essas marcações são apresentadas sem referências dos textos marcados e são passadas para o papel vegetal. Posteriormente, os desenhos em papel vegetal são justapostos com os jornais recortados.
Lote 51

Mariana Manhães

Toda palavra tem uma gruta dentro de si #466 x 96 cmimpressão sobre papel de algodão, grafite, marcador, fita adesiva, fita dupla face e papel vegetal2016O caráter estranho da obra de Mariana Manhães se dá nos sistemas que ela cria com diversos materiais e técnicas que se mesclam e compõem corpos amorfos, máquinas orgânicas, em que tudo se relaciona, se liga, se estimula, em uma linguagem própria e sem lógica aparente. O desenho, a fotografia, a colagem e outras mídias são trabalhados de forma experimental e complementar ao processo de suas instalações, e insistem a não se distinguirem entre si, reiterando o aspecto sistemático e relacional de seu trabalho.
Lote 52

Silvio De Camillis Borges

Desenho n°1, da série - a vigília de Francisco21 x 30 cmgrafite em pó sobre papel algodãoassinado2020O desenho faz parte da série - A vigília de Francisco. São desenhos sem tamanho ou quantidade definida, resultado de exercícios realizados com grafite em pó sobre papel, na tentativa de liberação de um imaginário de bichos e monstros. Por vezes têm pontos de partida em uma imagem ou numa lembrança, ou surgem durante o desenho, resultando em paisagens sombrias.
Lote 53

Cassio Vasconcellos

Piscina USP37 x 55 cmfotografia aérea de uma piscinaassinado2010Exemplar 17/35.
Lote 54

Ilê Sartuzi

Retrato de costas28,3 x 19 cmgelatina de prataassinado2020Exemplar 1/5 + P.A.
Ilê Sartuzi (1995, vive e trabalha em São Paulo) é artista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Sua pesquisa envolve objetos escultóricos, vídeos e projeções mapeadas, instalações e peças teatrais abordando questões relativas à imagem idealizada do corpo, muitas vezes fragmentado ou construído a partir de diferentes partes; mas também a ausência dessa figura em espaços proto-arquitetônicos e digitais. O interesse pelas artes dramáticas nos últimos anos conferiu uma teatralidade para os objetos e instalações que são animadas por movimentos mecânicos e interpretam dramaturgias e coreografias. A repetição é recorrente seja como elemento construtivo de objetos moduláveis, uma estrutura cíclica, ou como estratégica dramatúrgica. Esta obra participou de sua exposição individual "A. E A de novo", Auroras, São Paulo, 2021.
Lote 55

Ivan Padovani

O Movimento e a Pausa #01225 x 150 x 5 cmfotografia digital, impressão jato de tinta e papel de algodãoassinado2018Exemplar 1/5.
A série "O Movimento e a Pausa" é produto de uma instalação realizada em 2018 no Museu da Casa Brasileira no contexto da exposição "Experimentando Le Corbusier". Ivan Padovani ocupou uma das salas do museu com uma série de módulos brancos, para em seguida fotografá-los e dispor nas paredes as imagens deste mesmo espaço, conduzindo o público em uma experiência tátil, visual e espacial onde a fotografia assume a função de mediar a fruição pelo ambiente. Em linhas gerais, o trabalho resgata a célebre frase "A arquitetura é o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes dispostos sob a luz" de Le Corbusier, e faz uma releitura da ideia de promenade architecturale e da importância dada pelo arquiteto para a construção do olhar sobre a paisagem.
Lote 56

Sergio Augusto Porto

Artista pelo meio24 x 16 cmgelatina de prata sobre papel1971Exemplar II/VII.
O trabalho de Sergio Augusto Porto situa-se na radicalização do espaço de experiência. Parte de uma geração de artistas que rompeu com os paradigmas do projeto modernista, ele é um dos pioneiros no Brasil dos desdobramentos da arte conceitual no campo ampliado da escultura, do site-specific e da land art. Porto destacou-se no início dos anos 1970 ao se afastar de uma arte domesticada, confinada pelo espaço institucional ou do ateliê, para ir em direção a uma prática ambiental, experimental e participativa. Promoveu uma série de intervenções efêmeras na paisagem que, por sua vez, desdobraram-se em instalações, objetos e fotografias.
Lote 57

C. L. Salvaro

Sarro24 x 12 x 4 cmpedra portuguesa e concreto2016A poética de C. L. Salvaro se conforma a partir de sua reação a estímulos externos, desenvolvendo trabalhos site specific, instalações e objetos. O artista apropria-se do vocabulário da ruína urbana para então ressignificá-lo em obras que tratam de impermanência, decadência e resíduo.
Lote 58

Felipe Seixas

Sem Título40,5 x 61 x 11 cmconcreto, impressão 3d (pla), latão, pedra, argamassa sobre eps e pigmento2021Felipe Seixas conduz sua investigação a partir do contraste e da fricção entre o material e o imaterial; o palpável e o intocável; o físico e o virtual. Em suas obras, reúne a solidez de elementos como concreto, cimento, aço, carvão ou asfalto com a efemeridade presente em gráficos digitais, por meio do uso da luz em dispositivos eletrônicos, estabelecendo diálogos entre novas tecnologias e o ambiente construído. No trabalho participante do leilão, entra em cena a impressão 3D. Partindo de um modelo feito digitalmente pelo artista, materializa-se na impressora uma forma geométrica exata e com linhas precisas, contrastando por exemplo com a aleatoriedade da formação geológica das pedras e do processo de manufatura do latão e do concreto. Essas formas geométricas servem, ao mesmo tempo, como receptáculo para esses materiais existirem na composição
Lote 59

João GG

Eclipse55 x 33 x 6 cmgesso pigmentado, mdf, esmalte sintético, pães de queijo carbonizados2021Afresco "autoportante", feito com objetos imersos amalgamados no gesso enquanto catalisado (pedaços de MDF cortados a laser e previamente laqueadas + pães de queijo carbonizados). Além da amálgama dos materiais, o gesso é pigmentado em sua massa, e também pintado com veladuras adicionais imediatamente após o enrijecimento. Há uma série de riscos em movimento de labaredas feitos com uma ponta cortante, adicionando elementos de relevo ao aspecto final. A composição remete a uma carta de baralho de tarô como a da torre, em fogo, associada a um ciclo/movimento lunar. O objeto pesa cerca de 10kg (gesso maciço) e possui 4 orifícios em seu verso, facilitando sua afixação à parede com parafusos.
Lote 60

Marilia Furman

Cada um40 x 60 cmcorte em metal2020Cada um é resultado das pesquisas conceituais e textuais da artista em que busca pensar criticamente conceitos fetichistas apresentados como positivos pela subjetividade neoliberal.
Lote 61

Tchelo

Prumo175 x 30 x 3 cmbastão oleoso sobre papel, madeira e vidro2016A série Prumo faz parte de um recorte de minha pesquisa em que escolho elementos do universo do artista, do ateliê, do mundo das artes, das exposições, dos museus, das feiras, sejam ferramentas, objetos, suportes ou materiais, e os transformo em partes integrantes e indispensáveis dos trabalhos, em elementos que antes não eram para serem vistos e que, nessas obras, se transformam em protagonistas. Pode ser a parede, o prego, a bucha, a moldura, o vidro, o cavalete, a placa de compensado dos painéis, o lápis, a cola... como no caso da série Prumo, em que a moldura se estica até o chão e proporciona a obra a possibilidade da pintura se nivelar. A moldura sustenta a obra e a realiza. A moldura vira o principal elemento da obra.
Lote 62

Pablo Vieira

Numero de vezes que a palavra "amor" foi transmitida na rede globo na ultima vez que eu te vi49,5 x 35 x 5,5 cmtécnica mista2021Uma representação gráfica de quantas vezes a palavra "amor" foi transmitida na rede globo durante um encontro, analisada por um algoritmo e desenhada a mão no interior de uma caixa chocolates.
Lote 63

Ding Musa

Mata 1, A155 x 82 cmimpressão jato de tinta mineral sobre papel de algodão2018Exemplar 1/3 + P.A.
Lote 64

Dudi Maia Rosa

Sem título25,5 x 21,5 x 3 cmresina poliéster pigmentada e fibra de vidro2015
Lote 65

Jac Leirner

O Livro (dos Cem)65 x 55 cmimpressão offset1987Exemplar 806/1000.
Lote 66

Paulo Pasta

Sem título10 x 15 cmóleo sobre tela2021As cores e as formas em seus trabalhos parecem planificar a percepção da passagem do tempo: diante das telas, o presente coloca-se de uma maneira quase absoluta. As formas e as geometrias representadas nas atmosferas espessas realizadas pelo artista são vagarosamente reconhecidas por um olhar atento do espectador ? colocado entre horizontes e obstáculos, que impedem que se veja o espaço da representação com nitidez. A densidade e o tempo criados por Pasta são contrários a qualquer concessão ao mundo prático e a suas necessidades de presteza e prontidão: é no rumor e na abertura ao tempo presente que recai sua poética.
Lote 67

Sofia Borges

Homem Azul #4, da série Estudos Alquímicos33,5 x 23 cmguache, folha de ouro e giz pastel sobre fotografia impressa em papel algodãoassinado2021A obra faz parte de uma nova série da artista, que desde o começo da pandemia se dedicou a novas pesquisas em pintura e escultura. Recentemente, Sofia fez uma média metragem sobre sua trajetória e pesquisa chamado O Fóssil, o Olho e o Fogo. A série Estudos Alquímicos, que contempla essas obras, parte das reflexões da artista a respeito do que ela apresenta nesse seu primeiro filme. Junto com pinturas e esculturas em pequeno formato, Estudos Alquímicos apresenta o universo da longa trajetória de investigação da artista a respeito da imagem com novos surpreendentes elementos.
Lote 68

Sofia Borges

Retratos da Pequena Bailarina de Degas #1, da série Estudos Alquímicos36 x 26 cmguache, giz pastel e folha de ouro sobre fotografia impressa em sedaassinado2021A obra faz parte de uma nova série da artista, que desde o começo da pandemia se dedicou a novas pesquisas em pintura e escultura. Recentemente, Sofia fez uma média metragem sobre sua trajetória e pesquisa chamado O Fóssil, o Olho e o Fogo. A série Estudos Alquímicos, que contempla essas obras, parte das reflexões da artista a respeito do que ela apresenta nesse seu primeiro filme. Junto com pinturas e esculturas em pequeno formato, Estudos Alquímicos apresenta o universo da longa trajetória de investigação da artista a respeito da imagem com novos surpreendentes elementos.
Lote 69

Tiago Tebet

Sem título80 x 60 x 9 cmóleo sobre eps2021
Lote 70

Tiago Tebet

Burca40 x 35 x 2 cmlona crua2015
Lote 71

Rejane Cantoni

Lighcast (JPN, 5)40 x 40 cmfotografiaassinado2019"Lighcast" é uma série fotográfica, um estudo sobre fontes de luz, materiais difusores, efeitos e espectro de cores.
Lote 72

Rejane Cantoni

Lighcast (NY, 2)40 x 40 cmfotografiaassinado2019"Lighcast" é uma série fotográfica, um estudo sobre fontes de luz, materiais difusores, efeitos e espectro de cores.
Lote 73

Nilda Neves

Capoeira44 x 61 cmóleo sobre papelassinado2010
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