

Lot
Lia Letícia
Não há Vagas
10 x 131 cm
fotografia digital impressa em backlight
2008
Serie de 10 peças únicas.
Galeria dos Arcos - Usina do Gasômetro - Porto Alegre/REs - 2008.
Instituto de Arte Contemporânea - Recife/PE - 2013.
MAMAM- Museu de Arte Moderna Aloisio Guimarães - recife/PE- 2025.
"O programa de sucateamento do transporte público em todo o Brasil, que desde meados do século XX tem favorecido o crescimento da indústria automobilística, tem profundas implicações sociais. Se, de um lado, a experiência de mobilidade coletiva é desarticulada em favor de privilégios privados e excludentes de circulação, por outro, nossas cidades revelam como a substituição de trens, metrôs e ônibus por carros e motos tem impactos urbanísticos.
A transmutação do estabelecimentos comerciais, culturais, religiosos e outros espaços públicos das grandes cidades brasileiras em áreas de estacionamento é o assunto da série fotográfica Não há vagas (2008), cujo título sublinha as contradições e limites da perspectiva excludente e individualista da vida social, aludindo não só à problemática do transporte, como também ao desemprego.
Em Não há vagas, conjuntos de imagens montadas em timelines, cujo movimento é dado pela passagem de nosso corpo em frente às sequências de fotografias produzidas em Porto Alegre e Recife, Lia Letícia produz um tão crítico quanto melancólico testemunho acerca desse processo histórico."
Galeria dos Arcos - Usina do Gasômetro - Porto Alegre/REs - 2008.
Instituto de Arte Contemporânea - Recife/PE - 2013.
MAMAM- Museu de Arte Moderna Aloisio Guimarães - recife/PE- 2025.
"O programa de sucateamento do transporte público em todo o Brasil, que desde meados do século XX tem favorecido o crescimento da indústria automobilística, tem profundas implicações sociais. Se, de um lado, a experiência de mobilidade coletiva é desarticulada em favor de privilégios privados e excludentes de circulação, por outro, nossas cidades revelam como a substituição de trens, metrôs e ônibus por carros e motos tem impactos urbanísticos.
A transmutação do estabelecimentos comerciais, culturais, religiosos e outros espaços públicos das grandes cidades brasileiras em áreas de estacionamento é o assunto da série fotográfica Não há vagas (2008), cujo título sublinha as contradições e limites da perspectiva excludente e individualista da vida social, aludindo não só à problemática do transporte, como também ao desemprego.
Em Não há vagas, conjuntos de imagens montadas em timelines, cujo movimento é dado pela passagem de nosso corpo em frente às sequências de fotografias produzidas em Porto Alegre e Recife, Lia Letícia produz um tão crítico quanto melancólico testemunho acerca desse processo histórico."

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