Aldemir Martins
Aldo Bonadei
Alfredo Ceschiatti
Anita Malfatti
Antonio Bandeira
Antonio Dias
Antonio Gomide
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Arcangelo Ianelli
Arlindo Dailbert
Arnaldo Ferrari
Artur Barrio
Augusto Rodrigues
B
Benedito Peretto
Burle Marx
C
Candido Portinari
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Carybé
Charles Amable Lenoir
Cícero Dias
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Clóvis Graciano
D
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Dario Mecatti
E
Edgar Oehlmeyer
Emanuel Manasse
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Enrico Bianco
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F
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Flávio Império , Maria Bonomi E Renina Katz
Frans Krajcberg
Fulvio Pennacchi
G
Gustavo Rosa
I
Iberê Camargo
Ivald Granato
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J
J. Lazerges
Jorge Mori
José Antônio Da Silva
José Bechara
José Pancetti
José Pedrosa
L
Lívio Abramo
Lothar Charoux
Louis I´Cart
Luiz Paulo Baravelli
M
Manabu Mabe
Manoel Martins
Marcelo Grassmann
Maria Bonomi
Maria Guilhermina
Maria Tomaselli
Mário Gruber
Mario Zanini
Massimo Campigli
Maurício Nogueira Lima
Mira Schendel
N
Newton Mesquita
Noêmia Mourão
O
Omar Rayo
P
Paulo Rossi Osir
Pedro Alexandrino
Pedro Weingartner
R
Raphael Galvez
Reynaldo Fonseca
Ronnie Wood
S
Sérgio Millet
Siron Franco
Sou Kit
T
Thomas Santa Rosa
Tomie Ohtake
Tran Tho
V
Vasco Prado
W
Waldemar Belizário
Walter Levy
Wega Nery
Y
Yolanda Mohalyi


 

93 - MARIO ZANINI


CASARIO
50 x 70 cm
óleo sobre tela
ass. inf. dir. 1967
Mario Zanini

“Zanini foi o primeiro artista a associar-se comigo, no ateliê do Santa Helena, passando depois para um Ateliê ao lado do que eu alugava. Talentoso e sensível, gostava de música e me levou a gostar também, nas conversas do dia a dia; de tal forma me despertou o interesse que muitas vezes acabei indo com ele até as igrejas, em horário de missas, para ouvir as músicas religiosas. Também gostava muito de ler, compensando assim o tipo retraido que era, fora do grupo de amigos. Passamos a ir juntos, Zanini, Volpi e eu, principalmente, para pintar ‘do natural’, no Canindé, no Cambuci, e em muitos outros pontos da periferia. Aliás, Volpi e Zanini andavam tanto juntos que o pessoal do Santa Helena os chamava de ‘Mutt e Jeff’ personagens inseparáveis de uma história em quadrinhos da época. (...) Sempre achei que o Zanini foi um grande pintor, além de bom companheiro. Preocupado com o domínio da pincelada, especialmente nos detalhes dos quadros, fez suas paisagens com uma preocupação de grande síntese. Em 1939 já era um pintor bastante elogiado pela crítica, apesar da modéstia”.

F. Rebolo Gonsales
ZANINI, Mario. Mário Zanini. São Paulo: Grifo Galeria de Arte, 1977. p. 4. [Depoimento a Lisbeth R. Gonçalves por ocasião da exposição na Galeria Opus, junho de 1974.]
 


 

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